ABrasOFFA

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sábado, 20 de agosto de 2011

Amarelinha volta ao Brasil e conta sobre a sua viagem

A amarelinha Rachel Munhoz esteve em nome da ABrasOFFA na França, durante duas semanas, realizando a cobertura do Festival de Montoire.
Antes de começar seu trabalho na cidade, ela pode aproveitar alguns dias em Paris e visitar os pontos turísticos como Torre Eiffeil, o Museu do Louvre, Catedral de Notre Dame, o Moulin Rouge e o Arco do Triunfo.
Rachel com grupo argentino

     
Depois desse período mais turístico, ela foi para a cidade de Montoire, para participar fazendo uma cobertura jornalística do Festival de Montoire.
O evento contou com a participação de 10 grupos folclóricos, sendo eles vindos de países como Argentina, Indonésia, México, Portugal, Itália, Irã, Macedônia, Estados Unidos, Polônia, e Romênia. 
Rachel com Proux e Pignatari
Durante o período em que ficou hospedada na cidade, Rachel fez contato com todos os grupos e convites para que conheçam o Brasil. Segundo ela, existem possibilidades de que essas companhias venham para o país. “O grupo italiano, Sbandieratori Dei Riori di Cori já conhecia a ABrasOFFA, por causa de uma edição do Festival realizada na Praia Grande.Eles gostaram muito da ideia de voltar ao Brasil.” Outro que mostrou interesse em se apresentar aqui, foi o grupo Rusit Sakir, da Macedônia, que faz apresentações de fanfarra. Samet Salievsk, além de diretor do grupo também responsável pelo Festival da Macedônia. Por meio de Rachel, ele convidou a ABrasOFFA a levar um grupo do Brasil para seu país e se mostrou interessado em participar do festival brasileiro.
Para ela a viagem foi cheia de novas experiências. “Eu nunca tinha participado de um festival. Foi um intensivo para aplicar no Brasil.” Uma das situações mais curiosas para ela foi ensinar português para duas crianças na cidade. “Todo dia elas me cumprimentavam e pediam para que eu ensinasse palavras em português para elas.”
Mas a dificuldade de estar tão longe de seu país Natal ficou clara. “Senti bastante um choque cultural por causa da diferenças entre os brasileiros e franceses. Em várias ocasiões não entendia o que eles falavam e eles não entendiam. Pratiquei um pouco de tudo como o francês, o inglês e o espanhol.”
Para Rachel a oportunidade foi única. “Foi uma experiência bem equilibrada, com seus altos e baixos. Foi minha primeira experiência internacional e sei que serviu para valorizar a minha carreira e meu currículo.”

Um comentário:

  1. A ABrasOFFA, sempre procurou oportunizar aos seus amarelinhos, situações diferenciadas para que experiências novas possam ser acrescidas as suas vidas....

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