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quarta-feira, 1 de junho de 1988

Tropeando da Serra ao Litoral

Artigo apresentado no VIII Seminário Nacional e V Encontro do Cone Sul Sobre Tropeirismo, ocorrido de 19 a 23 de Abril de 2006, em Bom Jesus/RS, e autorizada sua publicação no livro do evento.





Tropeando da Serra ao Litoral


Edgar Bueno Silveira[1]
Introdução


Muitas são as pesquisas quanto às contribuições étnicas, culturais e econômicas que os tropeiros nos legaram. Muito sabe sobre esses aspectos, inclusive as rodovias e estradas que hoje seguem quase o mesmo trajeto que estes homens faziam, quando não o seguem totalmente.
Este trabalho é baseado em entrevistas de dois cidadãos (um ex-tropeiro e outro neto e filho de tropeiro), nas lembranças das histórias que meu falecido avô me contava de suas tropeadas, e na análise de alguns livros pertinentes ao tema. Muitos aspectos confirmam totalmente aquilo que outras pessoas já disseram e pesquisaram, sobre as rotas, negócios e cultura legados por estes viajantes corajosos.
São diversas as publicações sobre o assunto. Livros, artigos em jornais e revistas, fitas de vídeos e DVDs mostram e contam como era a vida dos tropeiros e os caminhos que eles seguiam. Por isso mesmo, não me baseio apenas em livros, mas sim na memória oral e história de vida de pessoas que não querem esquecer um tempo em que as distâncias pareciam maiores, a dificuldades mais vigorosas e a amizade e a confiança nos amigos mais verdadeiras. A eles, e à memória de meu falecido avô tropeiro, dedico este trabalho.


O desbravamento da região


Campestre da Serra, Bom Jesus e Lagoa Vermelha não são ligados a Vacaria apenas pelo fato de terem se desmembrado desta última. A História, as primeiras incursões e caminhos que ligavam a capital do Rodeio Crioulo Internacional à capital e a Santa Catarina também unem as estas cidades a um aspecto comum: a própria ocupação e povoamento da região.
Há registros de que a primeira incursão de homens brancos na região de Vacaria foi liderada por Francisco de Sousa e Faria, que em 1729 chegou à região entrando pelos Aparados e deslocando-se até os campos de cima da serra. Anos mais tarde, em 1738, Cristóvão Pereira de Abreu, o mais importante dos tropeiros já conhecido pela história gaúcha, fez o mesmo trajeto. Tal rota permitiu que chegassem à nossa região os primeiros habitantes não índios da história, uma vez que Francisco de Sousa e Faria e seus liderados não se fixaram nestes pagos.
Por volta se 1730, uma nova rota para as tropas que saíam do Rio Grande do Sul chegassem até o sudeste brasileiro surgiu , passando por Vacaria, atravessando o rio Pelotas no Passo de Santa Vitória, chegando a Lages, indo a Curitibanos, Campo Largo e São José dos Pinhais. Era o conhecido “Caminho de Sorocaba”.
Em 1752, foram concedidas as quatro primeiras sesmarias do Distrito da Serra, como era conhecida a região. Entre os sesmeiros, estavam novamente Francisco de Sousa e Faria e Cristóvão Pereira de Abreu, que começava a expandir seus domínios e territórios pela localidade. Além de Vacaria, outras cidades se desenvolveram a partir de vilas que surgiram ao longo dos caminhos percorridos por estes tropeiros.
Caio Prado Júnior, um dos mais conceituados autores e historiadores do Brasil, faz referência ao gado e às fazendas de nossa região, ao mencionar que “Nos campos de Vacaria, em território já do Rio Grande do Sul, as fazendas de gado reaparecem mais numerosas, e com elas um povoamento ralo e exclusivamente pastoril”.(PRADO JÚNIOR, 1999).
Na mesma obra, Prado Júnior aborda a história do “Povoamento do Interior” do Brasil, e destaca que o Rio Grande do Sul se desenvolveu a partir destas fazendas de gado e menciona o nome de Vacaria. Voltando a se referir aos caminhos que os tropeiros utilizavam, o autor destaca mais uma vez que a estrada principal que ligava o império ao extremo sul:


“(...) partindo de São Paulo, propriamente de Sorocaba, via de Lages, penetra no Rio Grande cruzando o Pelotas no registro de Santa Vitória, estendendo-se até a capital da capitania. (...) A estrada São Paulo Rio Grande do Sul teve um grande papel histórico.” (PRADO JÚNIOR, 1999).


O famoso Passo de Santa Vitória, muito conhecido por famílias de ex-tropeiros e pesquisadores do assunto, seria o que hoje é um posto fiscal entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Ali se cobravam impostos sobre as tropas que seguiam para o sudeste brasileiro. As tropas de mulas seguiam para servirem de meio de transporte de mercadorias, enquanto que a tropa de gado seguia com o intuito de se tornar alimento, utilização do couro, sebo e guampas.
Fidelis Dalcin Barbosa, autor bastante conhecido na região serrana do Rio Grande do Sul, descreve as rotas de ocupação e povoamento da região e menciona Passo de Santa Vitória, ao citar:


“No Passo de Santa Vitória, transpõem um rio caudaloso e desconhecido, o qual por ser atravessado por canoas de couro, chamadas pelotas, receberá este nome, dado pelos bandeirantes. Os animais passam a nado, enquanto as pessoas e pertences cruzam o rio embarcados.” (BARBOSA, 1978, p. 22).


O mesmo BARBOSA atribui também a tropeiros paulistas o desbravamento de toda a região em questão. Para ele, foram estes tropeiros que:


“(...) abriram caminho através do Planalto delimitado pelos rios Pelotas e das Antas, identificaram a região pelo nome de Campos de Vacaria. Estes abrangiam todo o território atualmente ocupado pelos municípios de Vacaria, Bom, Jesus, Esmeralda, Lagoa Vermelha, Barracão e São José do Ouro.” (BARBOSA, 1978, p. 16).


Como a obra de Barbosa data de 1978, ele não faz qualquer referência aos municípios de Campestre da Serra e São José dos Ausentes, emancipados na década de 1990. Contudo, sabe-se que a chegada dos desbravadores deu-se entrando pelos Aparados da Serra, passando por São José dos Ausentes e chegando a Vacaria e à região de Lagoa Vermelha. Para ir de Vacaria para Caxias do Sul, passava-se pelo território que hoje pertence a Campestre da Serra, entrando diretamente em Caxias do Sul pelo distrito de Criúva, e não pelo território de São Marcos, por onde hoje passa a BR 116.







                          FONTE: PAIXÃO CÔRTES (2000, pg. 52). Mapa adaptado do original do livro.


Do litoral até Vacaria


O caminho entre o litoral gaúcho e Vacaria passava por Bom Jesus. Meu falecido avô, Pedro Pereira Bueno, tropeava com seus companheiros do interior de Vacaria de onde levavam milho, feijão, batata, aipim, queijo, salame e outros produtos produzidos pelas famílias interioranas até Torres, onde esses produtos eram trocados por arroz, açúcar amarelo, rapadura, cachaça, sal e utensílios de cozinha como talheres e louças. Por vezes, trazia tecidos e aviamentos para as mulheres confeccionarem roupas.
Eliziário Vieira de Jesus, ou simplesmente Seu Liziário, que em 04 de Julho de 2006 irá completar 81 anos, foi tropeiro de mula e de gado. Saia de Vacaria. passava por Bom Jesus e São José dos Ausentes, e de lá descia a Serra da Rocinha, devendo “pegá às direita, passá o Tainhas, o Camisas, (...) (Eliziário ficou pensativo, tentando recordar o restante do percurso) até chegar em Torres. Segundo Eliziário, ele trocava produtos agrícolas e de origem animal pelos mesmos produtos que meu falecido avô citava, mas também trocava por polvilho e frutas, que segundo ele,” não dava por aqui “. Estas frutas eram trazidas da Praia Grande”.
Eliziário recorda que no Rio Tainhas havia os chamados “carderão”, ou seja, pontos no curso do rio que eram muito profundos, chegando por vezes a fazer redemoinhos. Ele menciona que se atravessava nos “passos” sempre com um animal atrás do outro, para evitar que se saísse do caminho seguro para a travessia. Já meu falecido avô contava uma versão diferente: ele achava o rio bonito, e embora fosse largo, as águas eram calmas, sem força na correnteza e seu nível não passava da cintura de um homem.
Ao analisar o livro de PAIXÃO CÔRTES sobre o tropeirismo, Eliziário relembra que as botas de cano alto que aparem nas gravuras existiam na localidade onde ele se criou, e menciona a saudade dos ponchos e bicharás que viu. O ex-tropeiro revela a saudade que sente do tempo das tropeadas, pois segundo ele havia lugares que era preciso parar a tropa e contemplar as lindas paisagens. Ele destaca ainda a importância daquele livro, pois com esta obra e possível provar para gerações mais novas que “cinco ou seis home levava 300, 350 cabeça de gado.”  Eliziário desculpa-se por estar “velho e esquecido”, pois de outra forma ele recordaria “poso por poso e passo por passo” da rota de Bom Jesus. Ao ver as imagens das taipas de pedra e dos corredores de tropa de Bom Jesus e São José dos Ausentes, o ex-tropeiro ficou tropeando lembranças, e por fim disse:
-          Eu conhecia tudo isso ai!
O próprio formato de algumas ruas de Vacaria hoje estão arraigados a epopéia das tropas. Muitos de nós vacarienses  já ouvimos a expressão “corredor grande da Moreira Paz”. Realmente a atual Avenida Moreira Paz foi um corredor de tropas no passado. Daí a sua largura (quatro pistas, separadas duas de cada lado de canteiros, cada uma delas com estacionamento, e depois calçadas) a partir do centro da cidade, onde já havia comércio nos tempos mais remotos, até a frente do Cemitério Santa Clara. A partir do centro da cidade, quanto do  Cemitério, não há ruas ou avenidas com a largura da Moreira Paz. Na verdade, chegando ao Santa Clara, as tropas seguiam pelo lado do cemitério, onde também há outra avenida extremamente larga: a Frei Dom Cândido Maria Bampi, que segue da Moreira Paz até chegar a Avenida Luis Jacinto Teixeira Schüler, ou a BR 285, que liga Vacaria a Bom Jesus.
Durante o tempo em que eu cursava Magistério no Instituto Estadual de Educação Irmão Getúlio, em Vacaria, um professor de História me disse que a Avenida Frei Dom Cândido Maria Bampi, por onde as tropas passavam, na  verdade cortava o Cemitério Santa Clara ao meio, e que esta teria sido “empurrada” mais para o lado quando ele foi ampliado. Parece ironia do destino ou até mentira, mas do túmulo onde meu avô foi sepultado, pode-se avistar a avenida. Acredito que ele esteja onde gostaria de estar.


De Santa Catarina até Vacaria


Além da rota de Bom Jesus e São José dos Ausentes, outro caminho para Santa Catarina se desenvolveu ao norte de Lagoa Vermelha.
Aldomar A. Rückert, pesquisador da ocupação e colonização do centro-norte do Rio Grande do Sul, destaca também a importância dos tropeiros para o desenvolvimento de toda a região, bem como do próprio Estado gaúcho, ao afirmar que pela atividade desses homens “(...) produz-se a articulação inicial do território meridional ao centro da Colônia e a ocupação progressiva das terras por esses tropeiros que acabam por sedentarizar-se.” (RÜCKERT, 1997, pg. 47).
A sedentarização dos tropeiros, de suas famílias, de fazendeiros e comerciantes que abasteciam as tropas, acabou por formar e desenvolver diversos municípios ao longo do percurso entre o Rio Grande do Sul e Sorocaba.


FONTE:  FONTE: RÜCKERT (1997, pg. 48). Mapa adaptado do original.


A ligação entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina se dava também pela região de Lagoa Vermelha, mais precisamente pela localidade conhecida como Pontão, hoje na região do atual município de Barracão. Aí  foi instalado um posto de coleta de impostos em 1849, e por aí passavam tropeiros, tanto de gado quanto de mulas.


De Vacaria a Lagoa Vermelha


A BR 285 entre Lagoa Vermelha e Vacaria, como tantas outras, segue o traçado que os tropeiros faziam.
Em 1819, o tropeiro paulista João de Barros abriu caminho entre Vacaria e Cruz Alta, o que permitiu a ocupação e povoamento de nossa região, a iniciar-se por Lagoa Vermelha, nosso município vizinho. Esse caminho permitiu que surgisse a rota de tropas passando pelo hoje município de Barracão, conforme citado anteriormente.
De lá seguiram rotas para o centro do Estado e para a região missioneira/fronteiriça.


De Vacaria para Caxias do Sul


Nos idos da década de 1720, quando se abriu uma estrada que ligou Curitiba a Laguna, chegando até o Morro dos Conventos, aconteceu a primeira incursão dos tropeiros paulistas à região de Vacaria. Mais de dez anos após isso tudo, era aberta a Estrada Rio Branco, cruzando os atuais municípios de São Marcos, Caxias do Sul e Campestre da Serra, uma vez que a travessia do Rio das Antas era feita por dentro d’ água, e a partir de 15 de Fevereiro de 1907, pela ponte do Korff, localizada a seis quilômetros do Distrito de São Manoel desta última cidade. Entrava-se em Caxias do Sul pelo atual Distrito de Criúva, daquela cidade.
A Estrada Rio Branco tornou-se de fundamental importância econômica para a região, pois os criadores e agricultores de Vacaria podiam levar com maior facilidade seus produtos para São Leopoldo, Taquara do Mundo Novo, Caxias do Sul, Feliz, Porto Alegre e São Sebastião do Caí, impulsionando o comércio local, sempre é claro, com a ajuda dos tropeiros, que levavam o gado em tropa ou os produtos em tropas de mulas com cargueiros, ou então com carretas.
Dalva Holmer Soldatelli, menciona que os animais iam para Caxias do Sul e Torres carregados:


“(...) de tudo que levavam do campo para a cidade: queijo, charque, couro, lã, crina, mel, etc. Em troca, iriam carregar o que a cidade tinha para oferecer aos que ficavam no interior, longe dos produtos difíceis de serem encontrados: querosene, açúcar, café, arroz, sal, enlatados,” bijouterias “, fazendas, aviamentos, vinho em barril, etc.” (SOLDATELLI, 1996).


João Faoro, pecuarista e agricultor em Campestre da Serra, filho e neto de tropeiros falecidos, relata muitos aspectos importantes sobre a rota que os tropeiros estabeleceram pelo município, mais precisamente pela estrada que passa pela vila de São Manoel, hoje distrito de Campestre da Serra, e segue até atravessar o Rio das Antas pela Ponte do Korff.
Segundo Faoro, na estrada da localidade conhecida como Tronco, passavam tropas de gado e de mula, no tempo em que seu pai era bastante jovem, eles levavam para a o litoral couro, charque e queijo. De lá eles traziam melado, açúcar amarelo, farinha de mandioca, etc.
José Zago, falecido avô de Faoro, tinha um comércio grande, onde vendia de tudo, desde pólvora, roupa, e até comida. Era uma casa de três andares, havia um moinho, um galpão grande, e um moinho, sendo que para moer grãos e se fazer farinha, Zago cobrava a terça parte dos grãos moídos como pagamento. Ele abastecia os tropeiros e os moradores da vila, que era bastante grande na época. São Manoel tinha até cartório de registros.
Questionado se era verdade que muitas vezes não havia negociação em dinheiro com os tropeiros, Faoro revela que realmente não se usava dinheiro, se trocavam muitas coisas, uma mercadoria por outra.
A BR 116, que atravessa Campestre da Serra e liga Vacaria a São Marcos não seguia o trajeto que hoje segue. Na verdade, o caminho era por São Manoel, como foi referido. Nem a estrada de Antônio Prado era a mesma. Não se passava pela encruzilhada da 116. Saía-se de Vacaria pela Rua Júlio de Castilhos em direção ao Bairro Chácara das Palmeiras, chegava-se até a Fazenda Clarice, seguia-se até Antônio Prado, de lá para o Guacho (distrito de Campestre da Serra) e depois por São Manoel. A serra de São Manoel e de Antônio Prado é muito mais leve do que a de São Marcos e Caxias, que é cheia de curvas. Essa rota definida era a rota que os tropeiros faziam.
Faoro relembra das tropas de porcos e das tropas de mula. Em seu relato, contou que sua família era composta por onze irmãos, que domavam as mulas para depois vende-las e tropear. Das tropas de porcos, relembra de uma vez que o seu avô arrendou uma parte da Fazenda Paiquerê (próxima, segundo alguns relatos, da fronteira do Rio Grande do Sul com Santa Catarina). Seu avô chegou a ficar quase dois anos nessa localidade, e quando veio de lá trouxe mais ou menos cinco mil porcos, “tocados por diante”, em tropa de porco.
A histórica Catedral da praça central de Vacaria também tem a sua ligação com os tropeiros. O sino da igreja era uma maneira dos tropeiros saberem a hora da Ave Maria, pois o sino podia ser escutado ao longe. Ao final da tarde, os tropeiros reuniam-se para rezar e agradecer a jornada, além de pedir proteção para eles, bem como à suas famílias, que ficavam em casa. A própria imagem de Nossa Senhora da Oliveira, padroeira do município e que hoje se encontra na catedral, quando foi descoberta, teria sido levada para uma outra igreja, em uma cidade vizinha de Vacaria, viajando por rotas estabelecidas pelos tropeiros.


Considerações Finais


Seria inconcebível dar este trabalho por concluído. Apenas o considero parcialmente completo, uma vez que dia após dia surgem mais informações, mais detalhadas e completas sobre o assunto.
Eventos como o Seminário Nacional de Tropeirismo de Bom Jesus servem como referência de pesquisa para o assunto.
Uma coisa é certa: não se pode deixar esse legado histórico e cultural esquecido, seja pela sua importância histórica, quanto pelo respeito aos nossos antepassados. Qualquer religião, evangélica, seicho no ie, católica, espírita ou qualquer outra, prega o respeito à memória daqueles que nos antecederam.
Qualquer aspecto da cultura gaúcha deve ser preservado. Não por serem antigos, mas eternos, culturais e benéficos. As escolas, de têm por função transmitir os saberes historicamente acumulados pela humanidade devem fazer sua parte.
Fiquemos todo tropeando lembranças, memórias e recordações da epopéia das tropas.


“Pena que tudo isso acabô, porque era bunito, porque tudo que é bunito se termina!”

Eliziário Vieira de Jesus – aposentado, ex-tropeiro de gado e de mulas.








Referências Bibliográficas:



BARBOSA, Fidélis Dalcin. Vacaria dos Pinhais. Editora da Universidade de Caxias do Sul: Caxias do Sul, 1978.

HÖRMEYER, Joseph. O Rio Grande do Sul de 1850: descrição da Província do Rio Grande do Sul no Brasil meridional. – D.C. Luzzatto Ed.: EDUNI-SUL, 1986.

OLIVEIRA, José Fernandes de. Rainha do Planalto. Editora São Miguel: Caxias do Sul, 1959.

PAIXÃO CÔRTES, João Carlos. Danças Birivas do Tropeirismo Gaúcho. Porto Alegre: CORAG, 2000.

PRADO JÚNIOR, Caio. Formação Social do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1999.

RÜCKERT, Aldomar A. A trajetória da terra: ocupação e colonização do centro-norte do Rio Grande do Sul: 1827 – 1931. Passo Fundo: EDIUPF, 1997.

SOLDATELLI, Dalva Holmer. Vacaria e os meios de transporte nas primeiras décadas do século. (in.) Raízes de Vacaria I – Porto Alegre: EST, 1996.

Relatos orais de cidadãos de Vacaria e Campestre da Serra.


[1] Habilitado em Séries Iniciais do Ensino Fundamental pelo Instituto de Educação Irmão Getúlio. Licenciado em Pedagogia: Anos Iniciais do Ensino Fundamental – Crianças, Jovens e Adultos, pela Universidade Estadual do rio Grande do Sul – UERGS. Professor do Magistério Estadual em Campestre da Serra. Diretor do Departamento Cultural do Grupo de Cultura Gaúchos de 35, de Vacaria.

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